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Indústria paulista demite 25.500 trabalhadores em novembro

A indústria paulista demitiu 25.500 trabalhadores em novembro, o que representou uma queda de 0,84% no nível de emprego em relação a outubro, na série com ajuste sazonal, divulgou nesta quinta-feira, 15, o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

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Vendas de final de ano trazem alento ao varejo de moda

A crise econômica atual tem impactado o consumo e, com isso, o desempenho do varejo de moda. Com a chegada do Natal, o setor estima estabilidade nas vendas de final de ano, se comparado ao mesmo período de 2015. O início de recuperação lenta do crescimento de vendas está previsto para 2017.
 
Para Edmundo Lima, diretor executivo da ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), a chegada do décimo terceiro salário pode motivar o consumidor a voltar às compras, incluindo os artigos de vestuário.

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Vendas em filial brasileira ajudam Casino e Carrefour

Londres - Na área de varejo, as vendas no Brasil ajudaram os números globais das duas redes de supermercados francesas que atuam no País: Carrefour e Casino, controlador do Grupo Pão de Açúcar (GPA). Além do crescimento de vendas, o câmbio - que vinha sendo um peso negativo em trimestres anteriores - passou a contribuir positivamente em alguns casos.
 
Se for considerada a variação cambial, a receita da operação brasileira do Carrefour medida em euros aumentou 25% na comparação anual. Da mesma forma, o resultado do Casino na América Latina cresceu 20,8% no trimestre em euros, levando em conta o câmbio.

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Varejo de SP deve contratar 20 mil temporários, aponta FecomercioSP

Projeção da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) mostra que a contratação de trabalhadores temporários para o fim deste ano deve superar a criação de cerca de 15 mil vagas em 2015 e alcançar a marca de 20 mil empregos até dezembro
 
Cerca de 50% das oportunidades devem se concentrar no varejo de vestuário, tecidos e calçados, outros 25% serão destinadas aos supermercados e o restante será dividido entre os segmentos de lojas de eletrodomésticos e eletrônicos, lojas de móveis e decoração e farmácias e perfumarias.

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